quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Pensamento do dia...

"Por mais que seu coração esteja em pedaços, o mundo não vai parar esperando você juntar os cacos"

(Dito por Betinha extraido de algum filme que a gente não conseguiu lembrar)

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Reflexão...

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Eu tenho medo...



Conheci alguem ideal...Mas ....Eu tenho medo de me apaixonar outra vez . Medo de sofrer mais uma vez. Medo de se conhecer e esquecer outra vez. Medo de sacrificar a amizade. Medo de perder a vontade de trabalhar, de aguardar que alguma coisa mude de repente, de alterar o trajeto para apressar encontros. Medo se o telefone toca, se o telefone não toca. Medo da curiosidade, de ouvir o nome dele em qualquer conversa. Medo de inventar desculpa para se ver livre do medo. Medo de se sentir observada em excesso, de descobrir que a nudez ainda é pouca perto de um olhar insistente. Não suportar ser olhada com esmero e devoção. Nem os anjos, nem Deus agüentam uma reza por mais de duas horas. Medo de ser engolida como se fosse líquido, de ser beijada como se fosse líquen, de ser tragada como se fosse leve.

Eu tenho medo de me apaixonar por mim mesma logo agora que tinha desistido da minha vida. Medo de enfrentar a infância, o seio que criou para aquecer as mãos quando criança, medo de ser a última a vir para a mesa, a última a voltar da rua, a última a chorar.

Tenho medo de me apaixonar e não prever o que pode sumir, o que pode desaparecer. Medo de me roubar para dar a ele, de ser roubada e pedir de volta.

Medo de que ele seja um canalha, medo de que seja um poeta, medo de que seja amoroso, medo de que seja um pilantra, incerta do que realmente quer, talvez todos em um único homem, todos um pouco por dia. Medo do imprevisível que foi planejado.

Medo de que ele morda os lábios e prove o seu sangue. Tenho medo de oferecer o lado mais fraco do corpo. O corpo mais lado da fraqueza. Medo de que ele seja o homem certo na hora errada, a hora certa para o homem errado. Medo de se ultrapassar e se esperar por anos, até que você antes disso e você depois disso possam se coincidir novamente. Medo de largar o tédio, afinal eu e o tédio enfim se entendiam. Medo de que ele inspire a violência da posse, a violência do egoísmo, que não queira repartir ele com mais ninguém, nem com seu passado. Medo de que não queira se repartir com mais ninguém, além dele. Medo de que ele seja melhor do que suas respostas, pior do que as suas dúvidas.

Medo de que ele não seja vulgar para escorraçar mas deliciosamente rude para chamar, que ele se vire para não dormir, que ele se acorde ao escutar sua voz. Medo de ser sugada como se fosse pólen, soprada como se fosse brasa, recolhida como se fosse paz.

Medo de ser destruída, aniquilada, devastada e não reclamar da beleza das ruínas. Medo de ser antecipada e ficar sem ter o que dizer. Medo de não ser interessante o suficiente para prender sua atenção. Medo da independência dele, de sua algazarra, de sua facilidade em fazer amigas. Medo de que ele não precise de mim. Medo de ser uma brincadeira dele quando fala sério ou que banque o sério quando faz uma brincadeira. Medo do cheiro dos travesseiros. Medo do cheiro das roupas. Medo do cheiro nos cabelos. Medo de não respirar sem recuar. Medo de que o medo de entrar no medo seja maior do que o medo de sair do medo. Medo de não ser convincente na cama, persuasiva no silêncio, carente no fôlego. Medo de que a alegria seja apreensão, de que o contentamento seja ansiedade. Medo de não soltar as pernas das pernas dele. Medo de soltar as pernas das pernas dele. Medo de convidá-lo a entrar, medo de deixá-lo ir. Medo da vergonha que vem junto da sinceridade. Medo da perfeição que não interessa. Medo de machucar, ferir, agredir para não ser machucada, ferida, agredida. Medo de estragar a felicidade por não merecê-la. Medo de não mastigar a felicidade por respeito. Medo de passar pela felicidade sem reconhecê-la. Medo do cansaço de parecer inteligente quando não há o que opinar. Medo de interromper o que recém iniciou, de começar o que terminou. Medo de faltar as aulas e mentir como foram. Medo do aniversário sem ele por perto, dos bares e das baladas sem ele por perto, do convívio sem alguém para se mostrar. Medo de enlouquecer sozinha. Não há nada mais triste do que enlouquecer sozinha. Eu tenho medo de já estar apaixonada.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Terra do amor ou da vingança ... (Parte II) por Tyka


Há tempos que queria escrever no blog, mas por pequenos probleminhas técnicos e inspiratórios não pude...rs... Mas como diz o ditado, " Nunca é tarde pra começar" .

Vou me apresentar... Sou a Tyka, melhor amiga da Teka, sempre concerto os problemas dessa minha amiga com a cabecinha de vento, sou muito emotiva e intensa, se deixar eu viajo, ai ela precisa me puxar pelo pezinho, pois voo alto...rs...enfim, nos completamos....


Sei q já passou faz um tempinho, nosso amigo Guix resolveu dar o troco na minha festinha com gogo dancers e nos levou a um lugar que eu posso definir bem com a frase " Festa estranha de gente esquisita "... neste dia eu não estava tão bem...

Fazendo juz ao nome do Blog existem muitas borboletas tóxicas que eu preciso matar... mas sentimental como sou... nem uma automatica resolveria...Então...Sentada ali mesmo escrevi este post e o guardei , hoje resolvi publica-lo...


Festa estranha de gente esquisita eu não estou legal... tentei uma tequila, mas aquela euforia costumeira desaparecera...como um desapontamento, desta vez comigo mesma...como posso me sujeitar...como posso me amar tão pouco, q não consigo nem matar estas tais borboletas? o que aconteceu? Quero lutar , mas já estou sem forças... e se as vezes recuar é a melhor estratégia , não sei..., o que mais sei é o q esta aqui dentro do meu peito...E esta doendo muito....

Sinto que preciso dele a cada instante , cada segundo, cada respiração, penso nele...Sinto o calor do seu corpo como se estivesse perto....ouço sua respiração como da primeira vez que dançamos... seu olhar é tão magico como o despertar de um novo dia...pois ele desperta o que a de melhor em mim...eu o amo...e não sei o que fazer quanto a isso...




quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Será que Cecilia Meireles aprova?

Amor

Que seja
A primeira vista ou Cultivado
De vão improviso ou Caso Pensado
Coisa do Destino por Acaso

Que Seja
Por Completo ou por Fração
Por Paixão ou por Tesão
Discreto ou que chame Atenção

Que Seja
Calmo ou Agitado
Impulsivo ou Programado
Consciente ou Inspirado

Que Seja
Sinico ou Sincero
Passageiro ou Eterno
Mesmo que em sonho ou no Concreto
Amor que seja Apenas Amor

sábado, 22 de setembro de 2007

A garota das laranjas...

... "Passamos a usar cada vez com mais freqüência o pronome "nós". É uma palavra
estranha. "Amanhã eu vou fazer isso ou aquilo", a gente diz normalmente. Ou pergunta a outra pessoa, a "você" por exemplo, o que vai fazer. Isso não é difícil de entender. Mas de repente "nós" passa a ser a coisa mais óbvia do mundo. "Nós vamos de balsa a Langoyene para nadar?" — "Ou vamos ficar lendo em casa?" — "Nós gostamos da peça de teatro?" — E então, um dia: "Nós somos felizes".

Ao empregar o pronome "nós", a gente estabelece uma conexão entre duas
pessoas com uma ação comum e quase faz com que elas se transformem em uma só.
Muitas línguas têm um pronome especial para se referir a apenas duas pessoas. Esse
pronome se chama dual, e designa as coisas que vão aos pares.

Eu acho isso importante, pois às vezes a gente não é nem uma pessoa nem muitas. A gente é "nós dois", e o é como se esse "nós dois" fosse inseparável. São fabulosas as regras que passam a vigorar quando esse pronome é subitamente introduzido, quase como por um passe de mágica: "Agora nós vamos cozinhar". — "Agora vamos abrir uma garrafa de vinho." — "Agora vamos dormir." Não chega a ser absurdo falar assim? Em todo caso, é completamente diferente de dizer "Agora você precisa tomar o ônibus e ir para casa, eu estou cansado".

Quando a gente usa o dual, do qual a palavra "ambos" é um vestígio, passam a vigorar regras totalmente novas. "Nós vamos passear!" Nada mais simples, Georg, somente três palavras, e no entanto elas descrevem uma seqüência de atos que interferem profundamente na vida de duas pessoas na Terra. E não é só em termos de quantidade de palavras que se pode falar em economia de energia. "Vamos tomar banho", disse Veronika.

"Vamos comer." — "Vamos dormir!" Quando a gente fala assim, precisa só de um chuveiro. Precisa só de uma cozinha, só de uma cama. "

Trecho do livro título do post por"Jostein Gaarder"

CONCLUSÃO:
No fundo o que todos e qualquer um de nós seres humanos buscamos durante toda nossa ínfima existência nesse planeta é querer usar o pronome "Nós". (Você nasceu, cresceu, aprendeu, trabalha, respira e pensa apenas para um dia ter o direito ou a chance de usar este pronome)

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Terra do amor... ou da vingança?

A Lov.e. é uma casa famosa por trazer os principais DJ's internacionais. Recentemente abriu um espaço independente, como se fosse uma extensão do clube para os bohêmios de plantão. E foi lá que foi celebrada a festa de aniversário do nosso amigo Guix.

A casa oferece shows de performance burlesca ( sacanagem à moda antiga rs), aonde uma stripper fica como veio ao mundo ao ritmo de musicas alternativas que vão do Blues ao Rock and Roll.

"Festa estranha com gente esquisita"... como disse nossa amiga Tyka.

Vendo sob um outro ponto de vista da comemoração de aniversário, fica ai a duvida se isso não foi uma vingança aos Gogo Dancers da festa de aniversário dela. hahaha

Loveland: Rua Pequetita, 205 - Tel. 3846-9089